Texto de Bruno Lima Rocha, de 26-5-2016,
na sua página no Facebook:
“Uma crítica por esquerda aos ainda
militantes com vínculos ao governo deposto. Pessoal, rápida e direta, abrindo
uma nova série. Por mais boa vontade e sinceridade política que tenham centenas
de milhares de militantes contra o golpe, não há como varrer a titica para
debaixo do tapete. Ou os dirigentes do PT, cutistas e setores afins fazem uma
profunda autocrítica de suas práticas e alianças dos últimos 14 anos, ou toda
esta indignação coletiva será jogada pelo ralo na próxima agenda eleitoral e
eleitoreira. Esta crítica vale para os movimentos componentes da Frente Brasil
Popular e Frente Povo Sem Medo. Se este não é o momento para crítica e
autocrítica, então quando será? Lembremos do PCB após 1964 e seus rachas sem fim
até em função de sua inação diante do golpe evidente. Sei que este tema atinge
afetos e amizades, mas o faço de maneira fraterna e direta. Ou a esquerda
assume seus erros e parte para um projeto político de democracia com justiça
social, pluripartidarismo e igualdade sócio econômica ou a sua parcela hoje
ainda majoritária ficará apelando para debates místicos como "a história
não pára e as relações são dialéticas" e sem debater a fundo um PROJETO DE
PODER. Seguirei no tema nos próximos dias. Saudações libertárias e fraternas,
Bruno Lima Rocha.”
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