quarta-feira, 25 de maio de 2016

Parte 10

      Uma breve introdução torna-se indispensável, antes de começarmos a expor as OMISSÕES CATASTRÓFICAS do PT. Trata-se das TVs Estatais na Venezuela de Hugo Chávez. Vamos transcrever o texto inicial da entrevista do repórter Rodrigo Viana concedida a Paulo Henrique Amorim, no site “Conversa Afiada”, publicada em 10-1-2008, texto que pode ser lido na íntegra no link abaixo:

      “O repórter especial da TV Record, Rodrigo Vianna, fez uma série de reportagens para o Jornal da Record na Venezuela, durante o referendo sobre a emenda constitucional proposta por Hugo Chávez. As quatro reportagens foram veiculadas pelo Jornal da Record entre o final de dezembro e o início deste mês. Em entrevista a Paulo Henrique Amorim, o jornalista disse nesta terça-feira (9/01) que a TV venezuelana é mais plural do que a TV brasileira. /// Segundo Vianna, há dois blocos de TVs: um bloco das TVs privadas, de oposição a Chávez, e outro bloco de TVs estatais, que apoiam o Presidente da Venezuela. ‘Existe na mídia venezuelana dois campos muito bem demarcados. De um lado você tem TVs privadas, especialmente a Globovisión e o que sobrou da RCTV, são as duas TVs privadas que batem, mas batem o tempo todo, não se ouve o governo, é pancada o tempo todo no governo do Hugo Chávez. E de outro lado tem as estatais’, disse Vianna. /// Segundo Vianna, as TVs estatais são três: Venezoelana de Televisión (VTV), a TVES, que ocupou o sinal da antiga RCTV, e a Vive TV, que tem uma programação mais cultural. /// Rodrigo Vianna disse que a VTV não é maior do que as comerciais, mas, ao contrário do que ocorre no Brasil, essa emissora estatal briga pelo segundo e terceiro lugar na disputa pela audiência. ‘Ela funciona como um contraponto na Venezuela, realmente. Quem bate muito é a Globovisión, que curiosamente tem esse mesmo nome’, disse Vianna. /// Vianna disse que os dois blocos de TVs ‘não se comunicam’. Ou seja, quando critica o governo, as TVs de oposição não dão espaço ao governo. E quando as TVs estatais defendem o governo, não dão espaço para a oposição. /// Segundo Vianna, o espectador venezuelano fica mais bem informado que o brasileiro, porque pode ter acesso às duas versões diferentes.”


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