Uma breve introdução torna-se
indispensável, antes de começarmos a expor as OMISSÕES CATASTRÓFICAS do PT.
Trata-se das TVs Estatais na Venezuela de Hugo Chávez. Vamos transcrever o
texto inicial da entrevista do repórter Rodrigo Viana concedida a Paulo
Henrique Amorim, no site “Conversa Afiada”, publicada em 10-1-2008, texto que
pode ser lido na íntegra no link abaixo:
“O repórter especial da TV Record,
Rodrigo Vianna, fez uma série de reportagens para o Jornal da Record na
Venezuela, durante o referendo sobre a emenda constitucional proposta por Hugo
Chávez. As quatro reportagens foram veiculadas pelo Jornal da Record entre o
final de dezembro e o início deste mês. Em entrevista a Paulo Henrique Amorim,
o jornalista disse nesta terça-feira (9/01) que a TV venezuelana é mais plural
do que a TV brasileira. /// Segundo Vianna, há dois blocos de TVs: um bloco das
TVs privadas, de oposição a Chávez, e outro bloco de TVs estatais, que apoiam o
Presidente da Venezuela. ‘Existe na mídia venezuelana dois campos muito bem
demarcados. De um lado você tem TVs privadas, especialmente a Globovisión e o
que sobrou da RCTV, são as duas TVs privadas que batem, mas batem o tempo todo,
não se ouve o governo, é pancada o tempo todo no governo do Hugo Chávez. E de
outro lado tem as estatais’, disse Vianna. /// Segundo Vianna, as TVs estatais são
três: Venezoelana de Televisión (VTV), a TVES, que ocupou o sinal da antiga
RCTV, e a Vive TV, que tem uma programação mais cultural. /// Rodrigo Vianna
disse que a VTV não é maior do que as comerciais, mas, ao contrário do que
ocorre no Brasil, essa emissora estatal briga pelo segundo e terceiro lugar na
disputa pela audiência. ‘Ela funciona como um contraponto na Venezuela,
realmente. Quem bate muito é a Globovisión, que curiosamente tem esse mesmo
nome’, disse Vianna. /// Vianna disse que os dois blocos de TVs ‘não se
comunicam’. Ou seja, quando critica o governo, as TVs de oposição não dão
espaço ao governo. E quando as TVs estatais defendem o governo, não dão espaço
para a oposição. /// Segundo Vianna, o espectador venezuelano fica mais bem
informado que o brasileiro, porque pode ter acesso às duas versões diferentes.”
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