Crítica de João Pedro Stédile, do MST.
Ver a íntegra no link abaixo.
“A mutação mais delicada, porém, a
história endereçou ao PT . ‘O maior partido da esquerda, com toda sua
influencia nas massas e nas organizações populares, abdicou de seu papel de
organizador político e formador ideológico; resignou-se ao medíocre papel de
disputar cargos públicos. Isso o esclerosou ideologicamente’, dispara Stédile
para emendar uma crítica que soa quase como um desafio de renovação: ‘Como é
possível conceber um partido que tem 800 mil filiados, mas não tem cursos de
formação política, não tem sequer um jornal nacional que oriente o debate e a
militância?’ ”
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