Este artigo fala das duas esquerdas
atuantes hoje: a cooptada pelo PT e a desatrelada do PT. A ruína não é só deste
partido, mas dos sindicatos a ele subservientes.
“...deste governo traidor, estelionatário
e privatizador.”
“...Bolsa Família, uma esmola estatal que
a Esquerda Marxista sempre denunciou como uma contrarrevolucionária política
compensatória ditada pelo Banco Mundial para controlar a luta de classes e
impedir explosões sociais.”
“Mas este 1º de maio fracassado
demonstrou mais que apenas a falência moral e política das direções que
controlam as maiores organizações sindicais e movimentos sociais. Mostrou que
elas perderam o poder de convocatória que tinham. Elas convocavam e milhões
respondiam aos seus chamados. Agora, não mais.”
“Os dirigentes da CUT convocaram uma
paralização nacional para 10 de maio contra o impeachment. Nem eles acreditam
que o país vá parar. No máximo, vão realizar atividades do tipo que fez o MTST,
em 29 de abril, trancando ruas e estradas e queimando pneus só com uma
vanguarda militante que busca substituir as massas que eles não conseguem mover,
buscando dar a impressão de que estão em luta. Este tipo de atitude, de
substituir as massas, é profundamente danoso ao movimento e só isola a
vanguarda das amplas massas.
A consciência dos trabalhadores e da
juventude já vive à frente destes líderes, que representam o passado e não o
sentimento atual das massas. Por isso, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC não
conseguiu paralisar sequer uma fábrica em defesa do governo Dilma, apesar dos
esforços feitos. Os operários não apoiam mais este governo e estão cheios da
manipulação destes líderes.”
“Como explicou León Trotsky ‘A roda da
história é mais forte do que os aparelhos’. E essa roda é a luta de classes que
ninguém pode apagar, nem mesmo o deprimido Lula que tentou durante trinta anos
provar que era possível harmonizar capital e trabalho.”
“Os próximos meses serão um caldeirão
fervente no país e uma fábrica de militantes revolucionários para a Esquerda
Marxista. Temos uma organização nacional e internacional, um jornal, uma
revista teórica, um site bem acessado, militantes animados e aguerridos,
métodos proletários, implantação sindical, uma
juventude maravilhosa e uma política de combate contra o capital, seus
partidos e instituições. Ao combate, camaradas!” (Grifo meu.)
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