quinta-feira, 26 de maio de 2016

Parte 78

      Este artigo fala das duas esquerdas atuantes hoje: a cooptada pelo PT e a desatrelada do PT. A ruína não é só deste partido, mas dos sindicatos a ele subservientes.

      “...deste governo traidor, estelionatário e privatizador.”

      “...Bolsa Família, uma esmola estatal que a Esquerda Marxista sempre denunciou como uma contrarrevolucionária política compensatória ditada pelo Banco Mundial para controlar a luta de classes e impedir explosões sociais.”

      “Mas este 1º de maio fracassado demonstrou mais que apenas a falência moral e política das direções que controlam as maiores organizações sindicais e movimentos sociais. Mostrou que elas perderam o poder de convocatória que tinham. Elas convocavam e milhões respondiam aos seus chamados. Agora, não mais.”

      “Os dirigentes da CUT convocaram uma paralização nacional para 10 de maio contra o impeachment. Nem eles acreditam que o país vá parar. No máximo, vão realizar atividades do tipo que fez o MTST, em 29 de abril, trancando ruas e estradas e queimando pneus só com uma vanguarda militante que busca substituir as massas que eles não conseguem mover, buscando dar a impressão de que estão em luta. Este tipo de atitude, de substituir as massas, é profundamente danoso ao movimento e só isola a vanguarda das amplas massas.
      A consciência dos trabalhadores e da juventude já vive à frente destes líderes, que representam o passado e não o sentimento atual das massas. Por isso, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC não conseguiu paralisar sequer uma fábrica em defesa do governo Dilma, apesar dos esforços feitos. Os operários não apoiam mais este governo e estão cheios da manipulação destes líderes.”

      “Como explicou León Trotsky ‘A roda da história é mais forte do que os aparelhos’. E essa roda é a luta de classes que ninguém pode apagar, nem mesmo o deprimido Lula que tentou durante trinta anos provar que era possível harmonizar capital e trabalho.”

      “Os próximos meses serão um caldeirão fervente no país e uma fábrica de militantes revolucionários para a Esquerda Marxista. Temos uma organização nacional e internacional, um jornal, uma revista teórica, um site bem acessado, militantes animados e aguerridos, métodos proletários, implantação sindical, uma juventude maravilhosa e uma política de combate contra o capital, seus partidos e instituições. Ao combate, camaradas!” (Grifo meu.)


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